" À Folha,
Carlos Ayres Britto, presidente do tribunal eleitoral, Ricardo Lewandowski, seu
sucessor, e o ministro Marco Aurélio Mello deram razão ao temor de diretores de
penitenciárias e magistrados paulistas com possível interferência de facções
criminosas, como o PCC e o Comando Vermelho, no voto de presos.”
A notícia acima
me fez refletir sobre o voto.
O que de
fato é o voto?
Deveria ser
um exercício da livre consciência do cidadão para decisão do destino da
sociedade na qual está inserido.
Infelizmente
não é assim. Grupos querem cercear o
voto e manipular a consciência dos eleitores em busca de outros interesses.
Cada
organização usa os instrumentos de pressão ou de convencimento que tem, sob as
motivações mais diversas, para anular o maior direito do cidadão em uma
sociedade democrática: Decidir seu destino.
Não precisa
ser uma organização criminosa para transformar isso em crime.
Enquanto ainda
ecoa a voz do poeta que clama “Ê ôô vida de gado, povo marcado, povo feliz(?)”
Ielton Isorro