sábado, 24 de setembro de 2011

Igreja ou instituição?





Irmãos, Graça e Paz!

É cada vez mais comum encontrarmos pessoas que se cansaram da igreja. 
Por uma série de razões se decepcionaram com a instituição, agora são considerados “desigrejados” e traumatizados não querem voltar a participar de outra “instituição”.
Daí, surgem grupos de pessoas que defendem o fim das igrejas como instituições, dizendo ser elas as causas das dificuldades vividas pelo evangelho nestes tempos.
Por esse motivo, a pergunta cada vez mais comum é: O cristão deve seguir servindo a Deus vinculando-se a uma instituição, onde muitas vezes há interesse políticos, financeiros, vaidades entre outras mazelas ou procurar outra maneira de fazer isso sem vincular-se a uma igreja.

Essa é uma questão antiga. Os discípulos de Jesus o questionaram sobre isso e receberam dele a resposta de que não deveriam tentar separar o joio do trigo. Jesus, também, afirmou que as lideranças fraudulentas da Igreja não seriam julgadas em fórum humano (Mateus 7:22)

O apóstolo Paulo, também, tinha essa questão resolvida, quando afirmou:
"Mas, que importa? O importante é que de qualquer forma, seja por motivos falsos ou verdadeiros, Cristo está sendo pregado, e por isso me alegro... " Filipenses 1:18
Parece que para o Paulo estas coisas estavam superadas pelo interesse maior, que o colocava acima das mediocridades e desconfortos humanos.
Provavelmente o Paulo seria apedrejado por esse pensamento, que para muitos seria "reacionário" e "conformista", mas ao que parece ele estava acostumado com as pedradas de gente que tinha resposta pragmática e pronta para tudo.

De qualquer maneira, é delicada a situação da Igreja: 
Por um lado sofre com os aproveitadores, que a dilapidam, manipulam e lhe dão mal testemunho. 
Por outro lado, agora, também sofre com os pseudo-anarquistas que querem eliminá-la para acabar com suas deficiências, como se estas limitações fossem capazes de atrapalhar o plano de Deus.

Em alguns lugares a instituição está a serviço da igreja, em outros é ao contrário. Não importa. Que bom que o Evangelho continua sendo pregado

nEle, que conheci em uma instituição defeituosa,
Ielton Isorro