ainda há sinais de sal e luz...
Apesar de tudo o que vimos e ouvimos nesses dias, não parece, más, ainda há cristãos sensatos e compromissados com o País e com a vida pública sem, para isso, usar a Igreja como curral eleitoral e transformar altar em palanque, o que na minha opinião é o mínimo que se espera. É claro que isso é só a minha opinião e não é o que precisa acontecer. Cada um faz da igreja que dirige o que quer. E não será comigo a prestação de contas.
É claro que a A.D. e outras igrejas não apoiariam a Marina, pois ela não tem nada haver com o que eles pensam, más principalmente porque, segundo as pesquisas, as chances dela são pequenas em relação aos outros.
Marina está mais para um "Davi" do que para um "Saul", se é que me entendem. Talvez, se fosse ao contrário...
Em Cristo
A candidata do PV à Presidência da República, Marina Silva, minimizou hoje o
apoio das igrejas evangélicas à candidata do PT, Dilma Rousseff. No último final
de semana, 15 igrejas anunciaram apoio à petista.
apoio das igrejas evangélicas à candidata do PT, Dilma Rousseff. No último final
de semana, 15 igrejas anunciaram apoio à petista.
Segundo a presidenciável do PV, o apoio da Assembleia de Deus (igreja que ela
frequenta) à adversária não reflete a maioria dos fiéis da igreja. O pastor e
deputado Manoel Ferreira (PR-RJ) lidera a Convenção Nacional dos Ministros
da Assembleia de Deus, ala que, segundo Marina, representa apenas 25% dos
membros da igreja. “O pastor não tem autoridade sobre o cidadão, mas ele tem
o direito de manifestar o seu ponto de vista”, afirmou.
frequenta) à adversária não reflete a maioria dos fiéis da igreja. O pastor e
deputado Manoel Ferreira (PR-RJ) lidera a Convenção Nacional dos Ministros
da Assembleia de Deus, ala que, segundo Marina, representa apenas 25% dos
membros da igreja. “O pastor não tem autoridade sobre o cidadão, mas ele tem
o direito de manifestar o seu ponto de vista”, afirmou.
Marina disse que faz parte da Convenção Geral das Assembleias de Deus, ala que engloba 50% dos seguidores
da igreja. Os outros 25% seriam formados por diversas representações dentro da própria Assembleia de Deus.
“Só um quarto declarou apoio à Dilma”, disse. A candidata reconhece, no entanto, a relevância da declaração
de apoio à
candidatura do PT. “Neste caso o peso político é da liderança (do pastor Manoel Ferreira)”, completou.
da igreja. Os outros 25% seriam formados por diversas representações dentro da própria Assembleia de Deus.
“Só um quarto declarou apoio à Dilma”, disse. A candidata reconhece, no entanto, a relevância da declaração
de apoio à
candidatura do PT. “Neste caso o peso político é da liderança (do pastor Manoel Ferreira)”, completou.
A candidata defendeu o direito das igrejas de manifestarem suas opiniões e orientarem seus fiéis durante
a eleição, mas negou que “voto de cabresto” seja prática comum entre as agremiações. “Não tem nenhum
mecanismo para obrigar os fiéis a votar em quem quer que seja”, reforçou.
a eleição, mas negou que “voto de cabresto” seja prática comum entre as agremiações. “Não tem nenhum
mecanismo para obrigar os fiéis a votar em quem quer que seja”, reforçou.
Mesmo sendo evangélica e pertencente à maior ala da Assembleia de Deus, Marina afirma que não usará a
igreja para pedir votos. “Minha posição é de não usar o púlpito para fazer palanque”, afirmou.
Fonte: http://www.abril.com.br/noticias/brasil/marina-silva-minimiza-apoio-evangelicos-dilma-1190150.shtml
igreja para pedir votos. “Minha posição é de não usar o púlpito para fazer palanque”, afirmou.
Fonte: http://www.abril.com.br/noticias/brasil/marina-silva-minimiza-apoio-evangelicos-dilma-1190150.shtml
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