segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

O que é maior que a lei do "pode ou não pode"?





Ouvi o grande amigo e irmão  Pr Dante falar muito bem sobre Rm 7 em 06.01.2012

O pensamento proposto por ele foi o de que nesse capítulo, Paulo traz à tona a questão do "pode ou não pode" e é para isso que existe a lei. Para dizer o que pode e o que não pode.
Cristo coloca os homens diante das escolhas e suas responsabilidades, em que pese, ou não, o fato de ser nova criatura.
O "pode ou não pode" não vai nos limitar. Aliás, nunca limitou ninguém, apesar de mostrar os limites.
O que limita, mesmo, é o "quero ou não quero" que sob a luz da nova consciência, dada ao nascido de novo, faz com que o indivíduo perceba quando quer o que não deveria e quando não quer o que deveria querer. Então não adianta o crente continuar perguntando se “pode ou não pode”. A pergunta é outra: “quero ou não quero e porque”

Fui com o pensamento para casa e este foi ganhando forma. Depois de responder a um comentário da Dani (http://berearepreciso.blogspot.com/) Cheguei a uma conclusão que pode chocar:
Após examinar a ele mesmo o São Paulo concluiu que o espírito da lei é o que deveria governar o desejo dele. Porém, (pasme) quem lhe governava os desejos era o pecado, ainda que Deus governasse a sua mente (Leia de novo Rm 7 pare no vers 25 e respire fundo antes de ler 8:1 e seguir). Nesse ponto é possível enxergar que a graça de Deus não brinca em serviço, o quão miseráveis somos e quão bondoso é Deus. Assim, por causa do exame sincero que faço de mim mesmo e de minhas próprias experiências com Deus, definitivamente chego de novo a seguinte constatação: “Suas misericórdias são (mesmo) a (única) razão de não sermos consumidos”.

Se eu fosse escrever a respeito de mim, o que o Ap Paulo escreveu a respeito dele mesmo no  vers. 25 de Rm 7 escreveria o seguinte: A minha mente é escrava de Cristo e do seu Evangelho, já o meu corpo é escravo da carne e de suas concupiscências. Portanto, quem me livrará dessa maldição e vergonha?

Ainda bem que Paulo mesmo responde: CRISTO que nos amou até morrer por nós, sabendo de antemão da condição em que nos encontramos.

Meu Jesus quis morrer por alguém como eu. Além dessa dolorosa e vergonhosa conclusão chego, também, a uma outra muito triste: Apenas 1/3 dos crente se confessam iguais ao Paulo, já os outros 2/3 são hipócritas.

Os primeiros são pecadores confessos e humilhados, que não se vêem merecedores de qualquer misericórdia. Já os segundos, pela maneira como se anunciam dos seus púlpitos e pressionam os que os ouvem a se comportaram como eles, em relação às limitações dos demais irmãos, ainda não entenderam a graça, nem vivem seus benefícios e por isso não ajudam ninguém a acessá-la, até porque só leva alguém à graça quem foi alcançado por ela. É isso, ou então os tais chegaram a um estado de mérito por excelência que nem mesmo Paulo, e muito menos esse que aqui escreve, atingiram.

nEle

Ielton Isorro

2 comentários:

Anônimo disse...

Glórias nEle que nos ama do jeito que somos, inconstantes, limitados, pecadores. Pela sua graça somos salvos, e como é bom saber que Ele é cheio de graça e misericóridia. Erro, peco, me arrependo e sei que nEle tenho colo e sossego de alma. Glórias a Ele que nos conheçe profundamente e mesmo assim nos ama, pois Ele é amor!!! Pr. Dante Martins

Anônimo disse...

Olá meus queridos irmãos;Graça e Paz.
Parabéns pelo Blog muito edificante.
já estou te seguindo. Se desejares conhecer-nos e também nos seguir ficaremos felizes.
Deus te abençoe ricamente
Josiel Dias
Mensagem Edificante para Alma
http://josiel-dias.blogspot.com
Rio de Janeiro